Uma Viagem pela Arte Catarinense
A Fundação Catarinense de Cultura (FCC) dá início a um novo capítulo em sua trajetória ao reabrir as Salas Lindolf Bell 1 e 2, situadas no Centro Integrado de Cultura (CIC). Com a inauguração da exposição ‘Raízes e Reflexos: A Arte de Santa Catarina’, programada para o dia 20 de março, às 20h, o público poderá explorar uma coletânea única de obras de artistas catarinenses. A visitação será gratuita e seguirá até 3 de maio de 2026.
A mostra reúne trabalhos que variam da pintura à cerâmica e escultura, apresentando criações de 14 artistas que expressam tanto o cotidiano e as tradições da população local quanto as tendências mais vanguardistas da arte moderna e contemporânea. Na primeira sala, os visitantes poderão apreciar obras de renomados artistas como Osmarina Maria Villalva, Paulo Villalva, ‘Índio’ Elias Andrade, Claudio Schmitz, ‘Dao’ João Dias e Tolentino Santanna. A curadoria, a cargo de Frederic C. J. Guillemot, promete proporcionar uma experiência enriquecedora.
Já na segunda sala, o público encontrará as produções de Gustavo Scheidt, Susano Correia, Eliza Makray, Beatriz Rey, Gracielli Dall Agnol, Joice Breda, Karine Abatti, Marta Facco e Murilo Leal, sob a curadoria de Beatriz Rey. A diversidade de estilos e a riqueza das obras revelam a pluralidade da cena artística catarinense.
Um Compromisso com a Cultura Local
A realização desta exposição é um reflexo do comprometimento do Governo do Estado de Santa Catarina em promover e dar visibilidade aos talentos locais. Esta é a primeira edição de um ciclo de exposições que será realizado ao longo de 2026, um projeto que tem como objetivo destacar a criatividade e a produção artística da região, especialmente após as reformas completas das salas, gerenciadas pela Gerência de Capacitação e Formação Cultural da FCC.
Além de resgatar a memória cultural e artística de Santa Catarina, ‘Raízes e Reflexos’ busca criar um espaço de diálogo entre artistas e o público, estimulando a apreciação e a valorização da arte local. A FCC convida todos a prestigiar essa rica diversidade e a se deixar envolver pelas histórias que cada obra tem a contar.
