Contexto da disputa pela mansão em Ananindeua
A defesa da cantora Joelma se pronunciou em resposta à repercussão envolvendo um imóvel localizado em Ananindeua, no Pará, que faz parte do patrimônio construído durante seu casamento com o guitarrista Ximbinha, nome de batismo Cledivan Almeida Farias. Os advogados da artista ressaltam que o imóvel não pode ser vendido ou alugado sem a autorização de ambos os coproprietários, alertando que qualquer negociação realizada sem essa concordância poderá ser contestada judicialmente.
Negação dos rumores sobre dívidas e perda do imóvel
O posicionamento da defesa de Joelma surgiu após a equipe de Ximbinha desmentir rumores que circulavam sobre a suposta perda da mansão por conta de dívidas com agiota. De acordo com a assessoria do músico, tais informações são falsas e a decisão de mudar de endereço foi tomada por motivos pessoais e familiares, sem relação com questões financeiras. A notícia foi inicialmente divulgada pela colunista Fábia Oliveira, do portal Metrópoles.
Detalhes sobre a copropriedade e implicações legais
Em nota oficial, os advogados Thiago de Sousa Bezerra, Sergio Americo Bellangero e Igor Daniel Petters Duarte, que representam Joelma, esclareceram que o imóvel situado no Condomínio Lago Azul integra o patrimônio adquirido durante o casamento da dupla. Uma decisão judicial publicada em 27 de setembro de 2022 reconheceu a copropriedade do imóvel, o que significa que Ximbinha não detém a titularidade exclusiva do bem. Assim, qualquer negociação envolvendo a residência precisa da autorização dos dois proprietários.
Leia também: Os Maiores Cachês da Virada Cultural 2026 em São Paulo com Péricles, Seu Jorge e Joelma
Fonte: reportersorocaba.com.br
Leia também: Joelma e Henry Freitas Agitam Laranjal do Jari com Show Gratuito
Fonte: cidaderecife.com.br
Os representantes legais de Joelma afirmam que “qualquer negociação referente a esse imóvel, bem como a qualquer outro bem integrante do patrimônio constituído durante o matrimônio, poderá ser anulada por decisão judicial, sem prejuízo da responsabilização judicial dos envolvidos pelos danos eventualmente causados à proprietária”.
Orientações para interessados em imóveis com partilha judicial
A defesa também alertou possíveis compradores sobre os riscos de adquirir imóveis que estejam envolvidos em processos de partilha de bens. De acordo com os advogados, comprar um imóvel nessas condições pode acarretar dificuldades no registro da propriedade e complicações para a recuperação dos valores investidos. A recomendação é que interessados consultem previamente o cartório de registro de imóveis para verificar a situação jurídica antes de qualquer negociação.
Leia também: Virada Cultural 2026: Seu Jorge, Luísa Sonza e Novidades Imperdíveis
Fonte: aquiribeirao.com.br
Histórico do casal e os desdobramentos judiciais
Joelma e Ximbinha foram casados por 18 anos, com o relacionamento encerrado em 2015. Desde a separação, ambos permanecem envolvidos em disputas judiciais relacionadas à divisão do patrimônio adquirido durante o casamento. A situação da mansão em Ananindeua é mais um capítulo dessa trajetória marcada por questões legais e patrimoniais complexas.
