Uma Experiência Inesquecível no Círio de Nazaré
O Círio de Nazaré, uma das maiores procissões católicas do Brasil, atrai anualmente milhares de devotos e turistas para Belém do Pará. Em 2025, Fábio Porchat fez parte de um público que contou com cerca de 2,5 milhões de pessoas para celebrar essa tradição, ou pelo menos tentou participar, conforme revelou em um episódio do programa “Que História É Essa, Porchat?”.
Os fiéis têm a opção de acompanhar a procissão de Nossa Senhora de Nazaré de diversas formas: pelas ruas, em motociatas ou nas tradicionais embarcações. Essa última foi a escolha de Fábio Porchat, que dividiu o barco com Fafá de Belém, uma das artistas mais icônicas associadas à celebração, conhecida por seu entusiasmo em convidar amigos para participar deste momento especial.
No entanto, a situação tomou um rumo inesperado. Durante a viagem, surgiram rumores de que o motor da embarcação havia quebrado e que água estava entrando no barco. “Nosso barco era bom, grande e tal, mas com o passar do tempo, começamos a notar que estávamos ficando para trás. Aí trocamos olhares e dissemos: ‘Está devagar, né?’”, contou Fábio, relembrando a tensão que tomou conta do grupo.
Apesar do clima de preocupação, a tripulação parecia calma. Porém, a situação se agravou quando foi solicitado que todos colocassem coletes salva-vidas. Foi nesse momento que Fafá de Belém, sempre a figura de ânimo em meio à adversidade, tomou a palavra. Ela pegou o microfone e, em um gesto de tentativa de tranquilizar os demais, disse: ‘Minha gente, fica tranquilo! Os motores quebraram, a água entrou no barco, mas vai dar tudo certo. Mas eu acho que vale puxar uma ‘Ave Maria’.’
Essa abordagem gerou um misto de risos e apreensão, pois enquanto Fafá tentava acalmar a todos, os passageiros começaram a pensar que a situação se tornara crítica. “Quando ela resolveu puxar uma ‘Ave Maria’, as pessoas imediatamente pensaram: ‘Acabou’”, recordou Porchat com um tom de humor.
Apesar do estresse do momento, o grupo finalmente foi resgatado e conseguiu chegar ao seu destino, mesmo sem a chance de ver a passagem da santa até a igreja. Fábio Porchat ainda lembrou com carinho o que Fafá disse após tudo isso: “É história para contar no Porchat”, refletindo sobre como momentos de tensão podem se transformar em boas lembranças.
Essa aventura inusitada não só destaca a devoção dos participantes do Círio de Nazaré, mas também demonstra a capacidade de encontrar humor e leveza, mesmo nos perrengues. Assim, fica a certeza de que histórias como essa, que mesclam fé e humor, são essenciais para manter viva a tradição e a alegria desse evento tão significativo para os católicos e a cultura brasileira.
