Árbitra Paraense em Ascensão
A árbitra paraense Gleika Pinheiro recebeu, nesta quarta-feira (15), o escudo da FIFA em uma cerimônia realizada na sede da Federação Paraense de Futebol (FPF), em Belém. A insígnia, que será utilizada em seu uniforme, marca oficialmente sua inclusão no quadro internacional da entidade, dando continuidade à sua trajetória de crescimento que já havia sido anunciada anteriormente.
A entrega do escudo ocorreu sob a supervisão de membros da Comissão de Arbitragem local e simboliza o início da carreira de Gleika sob a chancela da FIFA. Com esse feito, ela se torna uma das oito árbitras centrais brasileiras habilitadas a apitar competições internacionais organizadas pela entidade máxima do futebol.
Em 2026, Gleika já havia alcançado um marco significativo, ao se tornar a primeira mulher a arbitrar uma final da Copa Grão-Pará no futebol masculino profissional. Esse feito ressaltou a ascensão notável da árbitra dentro do cenário nacional, culminando em sua inclusão na FIFA, um grande objetivo almejado por muitos árbitros.
Estreia Internacional Confirmada
A partir deste momento, Gleika está apta a integrar equipes de arbitragem em torneios internacionais. Sua estreia no exterior já tem data marcada: nesta quinta-feira (16), ela embarca para o Equador, onde foi designada para apitar a partida entre as seleções femininas do Equador e do Peru, pela Liga das Nações Feminina da CONMEBOL, que acontecerá no sábado (18), em Quito.
Esse evento não apenas destaca a habilidade de Gleika, mas também representa um passo importante para a visibilidade das mulheres na arbitragem de futebol. É uma conquista que inspira futuras gerações e reforça o papel das mulheres em um esporte historicamente dominado por homens.
As expectativas em torno da atuação de Gleika são altas, e muitos torcedores aguardam ansiosamente para ver como a árbitra se sairá em sua primeira partida internacional. Sua trajetória até aqui é um exemplo claro de determinação e dedicação, e a comunidade esportiva parece pronta para reverenciar mais um marco na luta pela igualdade de gênero no esporte.
