Adaptação rápida e conexão com Belém
O zagueiro Tchamba aproveitou a pausa no calendário para analisar seus primeiros meses no Remo. Em entrevista recente, o defensor comentou sobre sua rápida adaptação ao futebol brasileiro e ressaltou a forte identificação que criou com a cidade de Belém. Ele demonstrou confiança na evolução da equipe para a retomada da Série A e da Copa do Brasil.
Retorno a Camarões e trabalho social
Durante as férias, Tchamba voltou a Camarões, seu país de origem, e fez questão de levar camisas e uma bandeira do Remo, gesto que simboliza o carinho pela acolhida recebida desde a chegada à capital paraense. “Foi um prazer levar esse valor do Remo para o meu país. Desde que cheguei aqui fui muito bem recebido. Já considero Belém como uma família”, afirmou o jogador.
Além disso, o zagueiro aproveitou a viagem para fortalecer um trabalho social que desenvolve na África, onde ajuda crianças por meio de uma academia de futebol. “Sempre cresci com pouco e hoje Deus me deu oportunidade para ajudar quem precisa. Quero dar uma chance para as crianças estudarem e também jogarem futebol”, explicou.
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Identificação com o Pará e desempenho defensivo
Ao comparar os locais por onde jogou, Tchamba destacou Belém como o lugar que mais o marcou. Para ele, o ambiente paraense superou as expectativas criadas antes da transferência. “Belém foi o lugar que mais me marcou. As pessoas são muito abertas, gostam da família e a paixão pelo futebol aqui é de outro nível”, declarou.
O zagueiro também revelou que conversou com o meia Pablo Roberto antes de fechar com o Remo, mas encontrou um cenário ainda melhor do que imaginava. “Ele falou da torcida, do clube e do projeto. Quando cheguei, encontrei algo ainda melhor. Gosto de vir treinar, conhecer a cidade e conversar com as pessoas.”
Dentro de campo, Tchamba atribui o bom desempenho defensivo do Remo ao trabalho coletivo. A equipe lidera as estatísticas defensivas da Série A, enquanto o camaronês está entre os jogadores com maior número de interceptações na competição. “É muito trabalho. Eu não jogo sozinho. Tem o Marlon, o Marcelinho, os laterais. A defesa começa lá na frente. Todo mundo trabalha junto e isso faz a diferença.”
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Fonte: soupetrolina.com.br
Foco na evolução tática e próximos passos
O defensor reconheceu que o time busca evoluir na saída de bola, um fundamento que está sendo aprimorado diariamente pela comissão técnica. “Estamos trabalhando isso com vídeos e treinamentos. Precisamos seguir a ideia do professor. Com trabalho vamos crescer cada vez mais.”
