Medidas Inovadoras no Porto de Santos
A criação do novo Plano de Contingência do Porto de Santos teve início no terceiro trimestre de 2025 e foi apresentado em uma reunião com representantes do setor portuário na última quarta-feira (29). Esta iniciativa, realizada em parceria com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), visa estabelecer mecanismos e procedimentos adequados para situações que envolvam a Saúde Pública, em conformidade com a resolução RDC Nº 932/2024, da Anvisa.
Segundo informações da Autoridade Portuária de Santos, o plano abrange diretrizes estratégicas que asseguram uma resposta coordenada a uma variedade de cenários. Isso inclui desde ações preparatórias até protocolos específicos para embarcações que apresentem casos suspeitos de doenças infectocontagiosas. O objetivo principal é garantir a agilidade na resposta a emergências, minimizando riscos à saúde coletiva e impactos nas operações do porto.
Em comunicado oficial, a APS destacou que as atualizações do plano incluem um detalhamento mais profundo das fases e novos protocolos, alinhados à RDC mencionada. Tal abordagem busca melhorar a eficiência das ações em situações de crise.
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De acordo com o manual, a ativação do plano ocorre após uma avaliação de risco realizada pela Anvisa, sempre que um Evento de Saúde Pública (ESP) for identificado ou em situações de alerta emitidas pelo Ministério da Saúde. A desativação do plano acontecerá somente quando a situação estiver sob controle, sem a necessidade de manutenção das medidas adotadas.
Recursos Disponíveis para Emergências
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Em termos de recursos para os funcionários em situações de emergência, a APS informou que poderão ser disponibilizados itens como máscaras, toucas, respiradores e álcool em gel. A escolha dos materiais a serem utilizados dependerá da gravidade do evento e das necessidades identificadas durante a ocorrência.
Os protocolos e procedimentos definidos têm validade em toda a extensão do Porto de Santos, abrangendo instalações, setores operacionais, canais de navegação, terminais de uso privativo (TUPs) e áreas com intenso fluxo de pessoas, veículos e cargas. Dessa forma, a nova estratégia pretende fortalecer a segurança e a saúde de todos os que transitam por esse importante ponto de entrada e saída de mercadorias no Brasil.
